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Monitoramento acompanha desenvolvimento das áreas restauradas no Assentamento Chapadinha

A equipe do Projeto Sementes do Cerrado: caminhos para o fortalecimento da cadeia de restauração ecológica inclusiva nos corredores da biodiversidade realizou, nos dias 24 e 25 de junho, uma visita técnica ao Assentamento Chapadinha, em Sobradinho II (DF), para acompanhar o desenvolvimento das áreas em processo de restauração ecológica.

Durante as atividades de campo, foram avaliadas áreas restauradas por meio do monitoramento das espécies implantadas, permitindo observar o estabelecimento da vegetação e a evolução das áreas ao longo do tempo. Entre as espécies nativas identificadas durante a visita estão pequi, caju, jatobá, tingui, baru e outras plantas características do Cerrado que já apresentam bom desenvolvimento.

Segundo Henrique dos Santos, técnico de campo da Semeia Cerrado, o monitoramento orienta as ações de restauração. “O monitoramento é uma etapa muito importante da restauração ecológica. Ele nos permite acompanhar o desenvolvimento das espécies semeadas, entender como a vegetação está se estabelecendo e gerar informações que vão orientar as próximas ações de manejo. Esses dados também contribuem para aprimorar as estratégias de restauração aplicadas no Cerrado”, destaca.

Chapadinha

Localizado na região da Chapada da Contagem, às margens da DF-170, o Assentamento Chapadinha reúne 41 famílias da agricultura familiar e está entre os territórios atendidos pelo projeto. Na comunidade, estão previstos 47,5 hectares de restauração em áreas de Reserva Legal (RL), contribuindo para a recuperação da vegetação nativa, a conservação dos recursos naturais e a regularização ambiental dos lotes.

Sobre o projeto

As ações integram o projeto Sementes do Cerrado: caminhos para o fortalecimento da cadeia de restauração ecológica inclusiva nos corredores da biodiversidade, executado pela Rede de Sementes do Cerrado (RSC) em parceria com a Semeia Cerrado. A iniciativa busca fortalecer a cadeia de sementes nativas, promover a inclusão produtiva e ampliar as ações de restauração em áreas prioritárias do Cerrado.

O projeto é financiado pelo Edital Corredores da Biodiversidade da Iniciativa Floresta Viva, do BNDES, com apoio da Petrobras e gestão do FUNBIO.

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