A pesquisa a serviço da restauração ecológica: semeando uma nova bioeconomia para o Cerrado
Metadados
Objetivo Geral
Fortalecer a bioeconomia do Cerrado por meio da estruturação e fortalecimento da cadeia produtiva de sementes nativas de base comunitária. Promover a conservação da sociobiodiversidade com a geração, troca e disseminação do conhecimento sobre sementes nativas, unindo a academia às comunidades locais, e com o aumento da diversidade, quantidade e qualidade das sementes disponibilizadas para o mercado de restauração ecológica. Dar apoio técnico e aprimorar a estrutura dos grupos de coletores, gerando melhorias desde a coleta até a comercialização das sementes. Outrossim, fomentar iniciativas e técnicas de restauração para que haja ganhos em escala na venda de sementes nativas na preservação do Bioma e na restauração ativa de áreas degradadas.
Nome do Edital
Programa Cadeias Produtivas da Bioeconomia MCTI: Fomento à ICT - 01/2022
Financiador
Gestor
Coordenação
Início (ano)
2022
Fim (ano)
2024
Duração em meses
36
Valor total
R$ 2.999.989,50
Municípios
Goiás > Alto Paraíso de Goiás | Bahia > Barreiras | Minas Gerais > Berizal | Goiás > Cavalcante | Bahia > Luís Eduardo Magalhães | Minas Gerais > Montezuma | Minas Gerais > Rio Pardo de Minas | Minas Gerais > Taiobeiras | Goiás > Teresina de Goiás | Minas Gerais > Vargem Grande do Rio Pardo
Comunidades
Goiás > Alto Paraíso de Goiás > Assentamento Ezuza | Minas Gerais > Berizal > Assentamento Para Terracultivar | Goiás > Alto Paraíso de Goiás > Assentamento Silvio Rodrigues | Minas Gerais > Vargem Grande do Rio Pardo > Assentamento Vale do Guará | Minas Gerais > Rio Pardo de Minas > Comunidade Água Boa II) | Minas Gerais > Berizal > Comunidade Barreiro | Minas Gerais > Montezuma > Comunidade Brejo | Goiás > Cavalcante > Território Quilombola Kalunga > Comunidade da Capela | Goiás > Teresina de Goiás > Território Quilombola Kalunga > Comunidade Ema | Minas Gerais > Berizal > Comunidade Laginha | Minas Gerais > Taiobeiras > Comunidade Lagoa Grande) | Goiás > Cavalcante > Território Quilombola Kalunga > Comunidade Maiadinha | Bahia > Barreiras > Comunidade Muriçoca | Bahia > Barreiras > Comunidade Nossa Senhora | Minas Gerais > Taiobeiras > Comunidade Olhos D’ água | Bahia > Barreiras > Comunidade Rio de Ondas | Minas Gerais > Montezuma > Comunidade Roça do Mato | Minas Gerais > Montezuma > Comunidade São Bartolomeu | Goiás > Cavalcante > Território Quilombola Kalunga > Comunidade Taboca | Minas Gerais > Montezuma > Comunidade Vargem de Salinas | Bahia > Luís Eduardo Magalhães
Redes/ grupos de coleta
Associação Cerrado de Pé | Coocrearp | Rede de Sementes do Oeste da Bahia
Atividades
1. Testes com diferentes metodologias (tratamentos pré teste, tipo de substratos, temperaturas de cubação) para análise de germinação e testes de tetrazólio. 2. Levantar dados de época de produção e frutos/sementes das espécies. 3. Determinar parâmetros como biomassa, umidade, tamanho e estrutura de sementes. 4. Ter resultado das análises físicas, básicas para comercialização. 5. Ter resultados quanto a germinabilidade, longevidade, e tolerância a estresses (dessecamento, passagem de fogo..). 6. Ter resultados quanto ao estabelecimento das espécies em campoTer resultados quanto ao estabelecimento das espécies em campo. 7. Ter resultados das espécies mais propícias às diferentes fitofisionomias. 8. De posse dos resultados das análises das espécies já comercializadas indicar melhoras nos padrões de qualidade e soluções para tal. 9. Análises de correlação entre características de sementes (peso, forma, tipo de embrião) e o vigor de plântulas (tolerância ao estresse hídrico, tolerância ao fogo). 10. Busca por dados de espécies nativas em trabalhos acadêmicos e técnicos publicados em bases de dados, além da inclusão de dados gerados pelos laboratórios e parceiros e inclusão em banco de dado. 11. Conduzir meta-análises e identificar traços de germinação associados a dados bióticos, desenvolver modelo matemático para gerar modelos de distribuição de espécies. 12. Em conversas e questionários com os coletores identificar potenciais espécies que por conhecimento empírico possam ser utilizadas na restauração. 13. Levantar dados de época de produção de frutos/sementes das espécies das novas espécies. 14. Determinar parâmetros como biomassa, umidade, tamanho e estrutura de sementes das novas espécies. 15. Ter resultado das análises físicas, básicas para comercialização das novas espécies. 16. Ter resultados quanto a germinabilidade, longevidade, e tolerância a estresses (dessecamento, passagem de fogo..) das novas espécies. 17. Ter resultados quanto ao estabelecimento das espécies em campo. 18. De posse dos dados de pesquisa indicar espécies novas para comercialização, com metodologia de coleta, beneficiamento e armazenamento. 19. Divulgação por publicações técnicas e científicas dos dados gerados em revistas científicas, sites, redes sociais e em capacitações. 20. Realização de questionários e entrevistas com a comunidade e publicação da estrutura da cadeia produtiva. 21. Net-Map para construção das redes sociais e avaliação do capital social. Metodologia desenvolvida pelo International Food Policy Research Institute e consolidade para a aplicação em comunidades rurais. 22. Inventário florestal utilizando parcelas temporárias e georeferenciamento das áreas e classificação do uso do solo. 23. Revisão de literatura e análise dos resultados de inventáro florestal e classificação do uso do solo. 24. Relatório técnico sobre as possibilidades de geração de renda para ativos ambientais e divulgação em capacitações para os coletores. 25. Mapeamento dos custos da cadeia; coleta dos mesmos e formação de banco de dados na ferramenta BigQuery; aplicação de metodologias de controladoria; análise descritiva. 26. A partir de revisão da literatura e da análise gerencial dos custos da Cadeia Produtiva de Sementes realizar análise descritiva dos cenários de Receita Requerida e Receitas Acessórias. 27. A partir de revisão da literatura e da análise gerencial dos custos da Cadeia Produtiva realizar análise descritiva desde indicadores aplicáveis, como modelo Fleuriet e os indicadores de rentabilidade. 28. Construção de Dashboard na ferramenta Microsoft Power Bi dos dados coletados e análises realizadas sobre: custos, receitas, fluxo de caixa e indicadores. 29. Construção de Dashboard na ferramenta Microsoft Power Bi dos dados coletados e análises realizadas sobre Custo x Benefício Financeiro, Ambiental e Socioeconômico da Cadeia Produtiva de Sementes. 30. Capacitações trazendo os resultados e qualificando os coletores sobre questões gerenciais e gargalos identificados, publicações técnicas e divulgação do dasboard. 31. Otimização da coleta, beneficiamento e armazenamento das sementes. 32. Melhora na segurança de trabalho pela distribuição de kits EPI (luvas e perneiras) (100). 33. Capacitações em coleta, beneficiamento e armazenamento de sementes nos três grupos (3). 34. Destinação de equipamentos que propiciem e manutenção da viabilidade de espécies sensíveis a temperatura. 35. Destinar estruturas que otimizem o espaço para armazenamento das sementes. 36. Destinar equipamento de energia solar para a casa de sementes dos três grupos. 37. Oficinas de desenvolvimento de tecnologias apropriadas para desenvolvimento de equipamentos para otimização do processo de coleta e beneficiamento das sementes. 38. Desenvolvimento de aplicativo para marcação de matrizes, validação de espécies e inserção de fotos. 39. Disseminação de conhecimento e disponibilização de estrutura para aumento de diversidade, quantidade e melhora na qualidade de sementes. 40. Disseminação de informações sobre a identificação e dados de germinação das espécies. 41. Conduzir o projeto administrativa e financeiramente. 42. Estabelecimento um repositório para análise e acompanhamento permanente dos avanços no setor de sementes nativas e crioulas.
Status
Finalizado
Status de preenchimento dos dados
Pendente